Acabei de atualizar o blog do meu grupo de pesquisa, o Cepad. O Centro de Estudo e Pesquisa em Análise do Discurso e Mídia (CEPAD) é um dos grupos de pesquisa da linha de Análise de Produtos e Linguagens da Cultura Mediática, do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia – PósCom/UFBA, coordenado pelo professor Giovandro Ferreira, meu orientador.
No dia em que começa, traz uma resenha comentário do primeiro texto do livro Semiosis Social 2 – e Eliseo Verón, lançado em 2014. Esta obra é continuação do livro Semiosis Social, com os resultados de sua tese de doutorado (1987) .
Blog para discutir a tese "Papel social do jornalismo no Brasil" desenvolvida entre 2013 e 2017.
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terça-feira, 3 de março de 2015
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O objetividade é o fantasma da pesquisa em jornalismo
Acabei de chegar do 12º Encontro da SBPjor. O encontro científico aconteceu em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul. Fui apresentar a comunicação individual "Para que serve o jornalismo? Um caminho para estudar as funções da instituição jornalística no Brasil" (apresentação aqui). O artigo foi o resultado da primeira pesquisa exploratória de aproximação do objeto em estudo pela Análise de Conteúdo, onde , aliás, eu descarto essa metodologia para a tese.quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Hora de repensar o jornalismo
As mutações trazidas pela tecnologia têm preocupado estudiosos do jornalismo em todo o mundo, mas ainda não havia percebido até recentemente esta curiosidade nos alunos da graduação. A preocupação legítima em entender o mercado e os seus produtos, analisar discursos, experimentar novos produtos sempre falou mais alto nos últimos sete anos em que acompanhei como orientadora pesquisas de monografias para conclusão de curso.
Vejo no interesse dos graduandos, um reflexo do mercado em construção. Foi assim com análise de discursos de produtos midiáticos, a internet e redes sociais, jornalismo especializado, projetos de comunicação coorporativa e, agora, me chegam propostas de pesquisa para discutir o sentindo do jornalismo. Talvez porque seja o tema da minha pesquisa de doutorado prevista para concluir em 2017, talvez porque o jornalismo e os seus interesses estejam sendo colocados em xeque de maneira violenta pela sociedade conectada e cada vez mais informada.
Tenho uma desconfiança: quantos mais ataques o jornalismo sofra, mais ele se fortaleça, mais se aperfeiçoe e, quem sabe, se recrie melhor e mais ético. Mas é quase uma esperança, sem fundamentos científicos. Em 2007, o pesquisador estadunidense Michael Schudson, professor da Universidade de Columbia, já chamava a atenção para o futuro do jornalismo em dez ou 20 ou 50 anos. “Ninguém sabe. Sabemos que vai ser mais online do que é hoje. Será mais online na próxima semana! Eu acho que podemos estar confiantes de que alguns tipos de noticiários de televisão e notícias de rádio vão continuar, mas há mais preocupações sobre jornais” (SCHUDSON, 2007, p.20).
Vejo no interesse dos graduandos, um reflexo do mercado em construção. Foi assim com análise de discursos de produtos midiáticos, a internet e redes sociais, jornalismo especializado, projetos de comunicação coorporativa e, agora, me chegam propostas de pesquisa para discutir o sentindo do jornalismo. Talvez porque seja o tema da minha pesquisa de doutorado prevista para concluir em 2017, talvez porque o jornalismo e os seus interesses estejam sendo colocados em xeque de maneira violenta pela sociedade conectada e cada vez mais informada.
Tenho uma desconfiança: quantos mais ataques o jornalismo sofra, mais ele se fortaleça, mais se aperfeiçoe e, quem sabe, se recrie melhor e mais ético. Mas é quase uma esperança, sem fundamentos científicos. Em 2007, o pesquisador estadunidense Michael Schudson, professor da Universidade de Columbia, já chamava a atenção para o futuro do jornalismo em dez ou 20 ou 50 anos. “Ninguém sabe. Sabemos que vai ser mais online do que é hoje. Será mais online na próxima semana! Eu acho que podemos estar confiantes de que alguns tipos de noticiários de televisão e notícias de rádio vão continuar, mas há mais preocupações sobre jornais” (SCHUDSON, 2007, p.20).
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Lista das revistas cientificas para alimentar o "tamallates"
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| O CNPq lançou e padronizou o Currículo Lattes em 1999 |
Os bichinhos virtuais
|
Veja aqui a lista da compós com links e classificação e começa a publicar.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Começando a interação
Esta tese para mim é algo maior do que um estudo científico, é uma curiosidade pessoal. Como o jornalismo é jornalismo? Como chegou a ter essa força? Como resiste como negócio e força social apesar de tantas críticas?
Percebe-se um mundo inteiro de coisas para pensar e, lógico, que não cabem numa única tese, mas uma vida toda.
É isso. Estou no jornalismo como estudante, profissional e professora e não pretendo parar. Vamos começar este diálogo, adiado há quase dois anos.
Talvez porque eu não soubesse por onde começar.
Sejam bem-vindos!
Colaborem, critiquem.
Percebe-se um mundo inteiro de coisas para pensar e, lógico, que não cabem numa única tese, mas uma vida toda.
É isso. Estou no jornalismo como estudante, profissional e professora e não pretendo parar. Vamos começar este diálogo, adiado há quase dois anos.
Talvez porque eu não soubesse por onde começar.
Sejam bem-vindos!
Colaborem, critiquem.
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