Blog para discutir a tese "Papel social do jornalismo no Brasil" desenvolvida entre 2013 e 2017.
terça-feira, 2 de junho de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
Academia.edu: A rede social mundial da pesquisa
https://ufba.academia.edu/AdrianaSantiago
Esse é meu link definitivo no Academia.edu. Concluí agora mesmo. Uma rede muito interessante para pesquisa que existe de 2008 e passou por mim despercebida. Foi preciso a Unifor, minha instituição de origem, cadastrar meu perfil para eu dar conta da existência dessa rede interessantíssima.
Porém, como estou no doutorado, achei melhor me filiar ao Poscom/Ufba, onde realizo minha pesquisa atual. Depois de 2017, o plano é voltar para o diretório da Unifor onde pretendo montar meu grupo de pesquisa.... enfim, conjecturas da carreira. Digo isso porque acho importante refletir sobre o que se pretende da carreira ao fazer o seu perfil.
O objetivo da rede é divulgar os trabalhos acadêmicos e criar interação entre pesquisadores. A divulgação dos trabalhos ajuda a construir a pesquisa e fortalecer o pesquisador na comunidade científica, amplia o networking e estimula a produção de novas pesquisas.
É bom lembrar que não substitui em nada a publicação em periódicos, anais de eventos e repositórios institucionais. Aliás, não é aconselhável divulgar antes de publicar em alguma plataforma válida para lattes para evitar que alguém te roube a ideia. Serve apenas como um canal de divulgação científica e permite a aproximação de pesquisadores com interesses semelhantes. Enjoy it!
terça-feira, 3 de março de 2015
Nasceu o blog do Cepad
Acabei de atualizar o blog do meu grupo de pesquisa, o Cepad. O Centro de Estudo e Pesquisa em Análise do Discurso e Mídia (CEPAD) é um dos grupos de pesquisa da linha de Análise de Produtos e Linguagens da Cultura Mediática, do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia – PósCom/UFBA, coordenado pelo professor Giovandro Ferreira, meu orientador.
No dia em que começa, traz uma resenha comentário do primeiro texto do livro Semiosis Social 2 – e Eliseo Verón, lançado em 2014. Esta obra é continuação do livro Semiosis Social, com os resultados de sua tese de doutorado (1987) .
No dia em que começa, traz uma resenha comentário do primeiro texto do livro Semiosis Social 2 – e Eliseo Verón, lançado em 2014. Esta obra é continuação do livro Semiosis Social, com os resultados de sua tese de doutorado (1987) .
domingo, 14 de dezembro de 2014
Para que serve o jornalismo? Um caminho para estudar as funções da instituição jornalística no Brasil
SBPJor – Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo | 12º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo | Santa Cruz do Sul – UNISC – Novembro de 2014 |
Para que serve o jornalismo?
Um
caminho para estudar as funções da instituição jornalística no Brasil
Resumo: Diante das mudanças nas sociedades ao passar dos
anos, o jornalismo permanece como uma instituição na qual ainda se depositam
expectativas positivas, e dele se esperam relatos, análises e soluções para
problemas políticos, econômicos, de infraestrutura e até para ser agente de
severas mudanças culturais. Se existem funções que permanecem desde a
consolidação profissional do jornalismo, no pós-iluminismo, é preciso saber
quais são e como são vistas e encaradas hoje pelos agentes do campo
jornalístico no Brasil. Este artigo é o início de uma pesquisa doutoral, em
fase exploratória, que visa mapear discursos dos agentes do campo e propor um
método de análise que dê conta da diversidade destes discursos e, nesta
variedade, encontrar consensos e padrões que expliquem o papel social do
jornalismo hoje.
Palavras-chave:
1. Jornalismo 2. Papel social 3. Instituição Jornalística 4.Função social
5.Teoria do Jornalismo
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O objetividade é o fantasma da pesquisa em jornalismo
Acabei de chegar do 12º Encontro da SBPjor. O encontro científico aconteceu em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul. Fui apresentar a comunicação individual "Para que serve o jornalismo? Um caminho para estudar as funções da instituição jornalística no Brasil" (apresentação aqui). O artigo foi o resultado da primeira pesquisa exploratória de aproximação do objeto em estudo pela Análise de Conteúdo, onde , aliás, eu descarto essa metodologia para a tese.quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Hora de repensar o jornalismo
As mutações trazidas pela tecnologia têm preocupado estudiosos do jornalismo em todo o mundo, mas ainda não havia percebido até recentemente esta curiosidade nos alunos da graduação. A preocupação legítima em entender o mercado e os seus produtos, analisar discursos, experimentar novos produtos sempre falou mais alto nos últimos sete anos em que acompanhei como orientadora pesquisas de monografias para conclusão de curso.
Vejo no interesse dos graduandos, um reflexo do mercado em construção. Foi assim com análise de discursos de produtos midiáticos, a internet e redes sociais, jornalismo especializado, projetos de comunicação coorporativa e, agora, me chegam propostas de pesquisa para discutir o sentindo do jornalismo. Talvez porque seja o tema da minha pesquisa de doutorado prevista para concluir em 2017, talvez porque o jornalismo e os seus interesses estejam sendo colocados em xeque de maneira violenta pela sociedade conectada e cada vez mais informada.
Tenho uma desconfiança: quantos mais ataques o jornalismo sofra, mais ele se fortaleça, mais se aperfeiçoe e, quem sabe, se recrie melhor e mais ético. Mas é quase uma esperança, sem fundamentos científicos. Em 2007, o pesquisador estadunidense Michael Schudson, professor da Universidade de Columbia, já chamava a atenção para o futuro do jornalismo em dez ou 20 ou 50 anos. “Ninguém sabe. Sabemos que vai ser mais online do que é hoje. Será mais online na próxima semana! Eu acho que podemos estar confiantes de que alguns tipos de noticiários de televisão e notícias de rádio vão continuar, mas há mais preocupações sobre jornais” (SCHUDSON, 2007, p.20).
Vejo no interesse dos graduandos, um reflexo do mercado em construção. Foi assim com análise de discursos de produtos midiáticos, a internet e redes sociais, jornalismo especializado, projetos de comunicação coorporativa e, agora, me chegam propostas de pesquisa para discutir o sentindo do jornalismo. Talvez porque seja o tema da minha pesquisa de doutorado prevista para concluir em 2017, talvez porque o jornalismo e os seus interesses estejam sendo colocados em xeque de maneira violenta pela sociedade conectada e cada vez mais informada.
Tenho uma desconfiança: quantos mais ataques o jornalismo sofra, mais ele se fortaleça, mais se aperfeiçoe e, quem sabe, se recrie melhor e mais ético. Mas é quase uma esperança, sem fundamentos científicos. Em 2007, o pesquisador estadunidense Michael Schudson, professor da Universidade de Columbia, já chamava a atenção para o futuro do jornalismo em dez ou 20 ou 50 anos. “Ninguém sabe. Sabemos que vai ser mais online do que é hoje. Será mais online na próxima semana! Eu acho que podemos estar confiantes de que alguns tipos de noticiários de televisão e notícias de rádio vão continuar, mas há mais preocupações sobre jornais” (SCHUDSON, 2007, p.20).
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Lista das revistas cientificas para alimentar o "tamallates"
![]() |
| O CNPq lançou e padronizou o Currículo Lattes em 1999 |
Os bichinhos virtuais
|
Veja aqui a lista da compós com links e classificação e começa a publicar.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
A pressão é sobre o jornalista, mas quem manda é o dono do jornal
Adriana Santiago[1]*
BREED, Warren. Controlo social na redacção. Uma análise funcional. In:
TRAQUINA, Nelson. (Org.). Jornalismo: questões, teorias e “estórias”. Lisboa:
Vega, 1999. 2ªEd. P. 152-166.
O jornalista é levado a ser ‘socializado’ pela redação e a política
editorial da organização jornalista onde ele trabalha, por uma sucessão sutil
de recompensas e punições. E na maioria das vezes, o profissional se conforma
mais com as normas editoriais da política editorial da organização do que com
quaisquer crenças pessoais que tivesse trazido consigo para o veículo em que
trabalha. Nisto consiste a teoria organizacional de Warren Breed, de 1955. Mais
atual, impossível. Em alguns casos, o jornalista não só assume como
potencializa esta política, a ponto de ser mais “patrão” do que o “patrão”.
Fraser Bond e a caça às definições profissionais do jornalismo
BOND, Frank Fraser. Introdução ao jornalismo[1]. Rio de Janeiro: Agir, 1959. (352p.)
Fraser Bond escreveu o livro em 1954, no contexto de mudanças na
sociedade do pós-guerra e a abertura democrática. O jornalismo incorporou todas
as tecnologias desenvolvidas na II Guerra Mundial, a televisão tornou-se um
meio poderoso, e a propaganda vendia de tudo, produtos ou pessoas. O consumo explodiu.
Ao mesmo tempo em que surgiram os beatniks,
geração que se voltou contra o materialismo, usou drogas e lutou pela liberdade
sexual, um estilo de vida que iria encontrar uma maior aceitação na década de
1960 e 1970[2]. O
cinema e a música roqueira elevaram a necessidade de compreender essa Indústria
Cultural[3] (ADORNO
& HORKEHEIMER, 1942) e seus efeitos.
Um jornalismo ou muitos jornalismos?
Adriana Santiago*
Resenha PósCOM
NEVEU, Érik.
Sociologia do jornalismo. São Paulo: Loyola, 2006.
Em
um livro extremamente didático, onde quase tudo pode ser esquematizado em
tópicos sistemáticos, o sociólogo Erik Neveu defende que existe uma variedade
de práticas jornalísticas que diferem muito de uma mídia para outra e até de um
país para outro. Também pode-se destacar a forma como mostra as diferenças dos
jornalismos feitos na França em contraponto aos jornalismos estadunidense.
Neveu explica que o francês desenvolveu um formato diferente daquele que
impregnou todo o modo de fazer jornalismo na maior parte do mundo, e dá ao
leitor brasileiro uma perspectiva nova da prática profissional. Reflexões
pertinentes e atuais, mais um mérito para Neveu, que escreveu a obra em 2001.
Assinar:
Postagens (Atom)




